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Novo bispo redentorista



José Luiz Majella Delgado,C.Ss.R foi nomeado bispo no dia 16 de dezembro de 2009. Majella Delgado nasceu no dia 19 de outubro de 1953, em Juiz de Fora (MG). Possui cinco irmãos. Seus pais, já falecidos, são: Adalmira Cunha Delgado e José Luiz Delgado.
Entrou para o Seminário Santo Afonso, em Aparecida (SP), no dia 29 de janeiro de 1969.
Estudou Filosofia nas Faculdades Salesianas de Lorena de 1973 a 1975.
Fez o Noviciado para a Vida Religiosa Redentorista em 1976, no Jardim Paulistano, em São Paulo (SP), emitindo a Profissão Religiosa como Redentorista no dia 02 de fevereiro de 1977. Fez a Profissão Perpétua no dia 31 de julho de 1980.
Foi ordenado diácono no Seminário Redentorista Santo Afonso, em Aparecida (SP), no dia 02 de agosto de 1980, por Dom Lelis Lara, então bispo auxiliar de Itabira-Coronel Fabriciano (MG). Foi ordenado sacerdote no dia 14 de março de 1981, em Volta Redonda (RJ), na Igreja de N. Sra. das Graças, por Dom Waldyr Calheiros de Novaes, Bispo de Volta Redonda.

 
Carta do novo bispo aos Redentoristas:

"À Família Redentorista!

Superior Provincial da Província Redentorista de São Paulo, Confrades, oblatos, seminaristas e leigos Redentoristas,

A Providência de Deus chamou-me para ser bispo da Diocese de Jataí (GO). Agradeço a confiança da Igreja que, através do Papa Bento XVI, me confia tão alta missão.

Agradeço a Congregação Redentorista que me acolhe desde o ano de 1969, ensinando-me a ser colaborador, companheiro e ministro de Jesus Cristo na grande obra da redenção (cf. Const. CSSR, 2).

Aos meus formadores, que dedicaram tempo, carinho e atenção para comigo, digo que o nome de cada um está gravado no meu coração, na minha vida, na minha história de discípulo missionário do Senhor. E, como o salmista, repito: “que minha língua se cole ao paladar... se eu de ti me esquecer!” (Sl 137, 6)

Aos confrades dos tempos de Seminário e, em particular, aos do meu curso, a eterna gratidão pela amizade e ajuda na perseverança da vocação. A amizade conquistada e cultivada é como doçura que acalma a alma (cf. Pr 27, 9). Consideremos sempre mais Jesus Cristo o único e verdadeiro modelo no qual nos inspiramos para viver a obediência da fé, o amor à Igreja, a sensibilidade para com os pobres e a edificação de uma sociedade mais justa e fraterna. Continuemos rezando uns pelos outros.

Aos confrades, com os quais convivi nas casas por onde passei e que na vida fraterna comunitária me animaram nos momentos de desânimo, fazendo-me experimentar a força do amor que vem do Cristo Redentor e que nos une, minha profunda gratidão. A fraternidade é um testemunho forte do projeto cristão. É a proclamação de que a unidade é possível, apesar das dificuldades inerentes à diversidade das pessoas. Persistam na vida fraterna, como caminho privilegiado de renovação.

Aos confrades que um dia tive a satisfação de acompanhá-los na caminhada formativa, que seja acolhida a minha ternura e carinho de “irmão mais velho”. Acompanhar a história do seu chamado à vida consagrada e sacerdotal foi importante também para o meu amadurecimento vocacional. A confiança e a comunhão que nos oferecemos mutuamente naquele tempo foram sinais da graça. Mas, em meu coração, há o reconhecimento do quanto deixei de agir com amor e solicitude nos acontecimentos da vida de cada um. Diante das fragilidades do meu ser, peço-lhes incluir em suas preces ao Pai súplicas para que agora, em minha missão de bispo, eu consiga dar o exemplo de santidade na caridade, humildade e simplicidade de vida.

A todos os confrades, em especial à nova geração redentorista, o meu carinho e gratidão. Sabemos que a cruz é sinal do amor maior e garantia do amor verdadeiro. A cruz de Jesus é o coração do redentorista, a essência de cada vocação. O Documento de Aparecida nos diz: “dos que vivem em Cristo se espera um testemunho muito crível de santidade e compromisso. Desejando e procurando essa santidade, não vivemos menos e, sim, melhor, porque, quando Deus pede algo, é porque está oferecendo muito mais: “Não tenham medo de Cristo! Ele não tira nada e dá tudo!”(DAp 352). A fidelidade ao Redentor é continuar a dar ao próximo o testemunho de que aquele que segue a Cristo, homem perfeito, torna-se, ele mesmo, mais homem (cf. Constituições C.Ss.R., 19).

Aos seminaristas, oblatos e leigos missionários Redentoristas, a gratidão e o reconhecimento pelo desenvolvimento da vocação filial a Deus e o amor à Congregação. Continuem crescendo mais e mais na comunhão de amor, mediante o desempenho que a missão evangelizadora pede de cada um de nós, numa profunda vivência de fé, fruto de uma experiência pessoal de encontro com Jesus Cristo. (cf. Documentos da CNBB, 87 – DGAE, 8)

Agradecendo a todos lhes peço que, nas orações, contemplem não apenas o meu ministério episcopal, mas também a caminhada da porção do Povo de Deus a mim confiada, a Diocese de Jataí (GO).

Com minhas orações, um abraço fraterno"
José Luiz Majella Delgado CSsR
Bispo eleito de Jataí (GO)
Brasília – DF, 16 de dezembro de 2009
 
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" Os Redentoristas são: Fortes na fé, alegres na esperança, fervorosos na caridade, inflamados no zelo, humildes e sempre dados à oração"
Const. 20
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